terça-feira, maio 22, 2007

Concurso para professores titulares




Retirado de Decreto-Lei 200/2007, publicado por Paulo Guinote em A Educação do meu umbigo a 22 de Maio de 2007

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10 Comentários:

At 23:23, Blogger Moriae disse...

Não tinha lido ... que coisa ... exclusão e mais exclusão ... Nem sei que tipo de números isso vai gerar ...
Abraço!
M.

 
At 22:19, Blogger Elisabete Ferrão disse...

Acho que não se trata de uma questão de discriminação.
Se um professor, realmente, não tem condições físicas nem psíquicas para exercer a sua profissão a tempo inteiro, não me parece que o mesmo esteja em condições para ser professor titular, partindo do princípio de este terá mais trabalho e maior responsabilidade.

Para se ser atleta de alta competição tem-se que atingir uns determinados resultados. Não me parece que um atleta que só consiga correr meia maratona ou que nem consiga correr seja aceite para um lugar nos Jogos Olímpicos.

 
At 23:02, Blogger António Chaves Ferrão disse...

Dar aulas talvez comece a assemelhar-se com atletismo de alta competição...talvez. Nunca tinha pensado nisso. Então porque não se reformam aos trinta e cinco anos? Porque se prolonga até aos setenta anos o excercício destes prodígios de resistência, senão física (excepto para os profs de EF), pelo menos mental.

 
At 13:12, Blogger José Ferrão disse...

É que a exclusão de uns, é sempre a inclusão de outros.
Não preciso de me esforçar muito a explicar quem são "uns" e quem são os "outros", porque o próprio decreto é bem explícito:
==Se eu for licenciado, tenho que possuir formação complementar para a docência;
==Se tiver uma formação que apenas dá equiparação para o grau de licenciado, nem que seja a descascar batatas, nesse caso estou dispensado da formação específica para a docência.
Enfim, é a globalização... da porcaria!

 
At 22:21, Blogger Elisabete Ferrão disse...

Exigência maior desgaste mais rápido.
Concordo plenamente.
Carreiras longuíssimas não têm qualquer fundamento, apenas degradam o ensino com falta de motivação, de dinamismo, de alegria...São as carreiras gigantes e os períodos lectivos muito extensos.

 
At 22:34, Blogger Jorge Ferrão disse...

Zé:
Não percebi o segundo exemplo.

 
At 07:55, Blogger José Ferrão disse...

Olá Jorge,
Comparas os pontos i) e ii) do artigo citado, e logos vês a subtilidade da diferença.
Para ser mais específico, aqui deixo a chave do mistério: quando vires um político a oferecer alguma coisa a alguém, nunca procures quem é esse alguém, porque não és tu de certeza; o mais que podes ser, é aquele a quem o político está a tirar aquilo que anda a oferecer ao outro.
Por isso é que nunca se pode deixar de andar de olho nessa gente.

 
At 16:22, Blogger Jorge Ferrão disse...

Sabes dar-me um exemplo deste tipo de cursos?
Pura curiosidade...

 
At 00:18, Blogger José Ferrão disse...

Não sei se consigo satisfazer a tua curiosidade, mas posso tentar decifrar a diferença entre os pontos i) e ii).
O primeiro é de conteúdo público, os interessados é que explicam ao ministério qual é a sua licenciatura, e como a licenciatura é reconhecida públicamente, podem ser encaminhados para frequentar o estágio;
O segundo é de conteúdo privado, os interessados mostram ao ministério as suas habilitações e solicitam-lhe que os aceite na carreira; mas como não possuem a licenciatura, não podem ser encaminhados para frequentar o estágio.
Mas como é de conteúdo privado, daí a minha dificuldade em fundamentar a minha resposta em documentos públicos.
Para perceberes melhor o que se passa, tens que olhar à tua volta e extrair as tuas próprias conclusões.
Mas se por acaso tiveres outra justificação para a diferença entre os pontos i) e ii), eu também gostaria de conhecê-la...

 
At 22:58, Blogger Jorge Ferrão disse...

Até agora não tenho nenhuma visão melhor sobre as diferenças dos pontos i e ii.
:)
J

 

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