sexta-feira, junho 13, 2008

Irlanda, capital europeia da democracia

Irlanda

Viva a participação democrática!
Viva a Irlanda!
Porreiro pá!

Porreiro pá!

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7 Comentários:

At 15:23, Blogger Maria Lisboa disse...

Por isso, os restantes "chefes" se limitaram a ser eles próprios a referendar a sua própria obra.

;(

 
At 15:41, Blogger António Chaves Ferrão disse...

Maria Lisboa. Mas que grande alegria, estares por aqui.

 
At 12:09, Blogger Madalena disse...

Já disse e repito: não percebo nada de política, mas foi mesmo "porreiro, pá!" este não da Irlanda. ;)

 
At 23:19, Blogger António Chaves Ferrão disse...

Madalena
Houve um ministro irlandês que reconheceu, antes do referendo, que só uma pessoa mentalmente insana poderia dar-se ao trabalho de ler o "tratado simplificado europeu". Que queriam? Um cheque em branco?

 
At 11:49, Blogger ferroadas disse...

Se o referendo fosse a 27 a derrota dos sacanas ainda era maior.

Já não somos ignorantes (o povo Irlandês foi prova disso mesmo) por isso só lhes (tecnocratas e vendilhões de países) resta uma saída, mudem as políticas ou então vão-se embora.

Abraço

 
At 12:41, Blogger samuel disse...

É um gozo que só vai sobreviver uns dias... mas é um gozo.
Agora os irlandeses ou votam SIM numa coisa qualquer que lhes apresentem com umas "alterações" de paginação... ou RUA!

 
At 18:50, Blogger António Chaves Ferrão disse...

Ferroadas e Samuel
Quando sobreveio o terramoto político do Não" francês, a primeira coisa que pensei foi: "Estes tipos vão inventar uma maneira de não fazer mais consultas populares". O facto de as alterações à Constituição de Irlanda só poderem ser feitas via referendo pareceu a estes burocratas (Merkel, Durão Barroso, etc) um obstáculo ultrapassável por artes falaciosas. Tiveram a ousadia de afrontar todos os cidadãos e súbditos da Europa de uma assentada, mas foram desmascarados pela única consulta popular. Bem podem dizer que 18 países já aprovaram, que isso em nada retira, aos olhos de todos, a inadequação do método pelo qual enveredaram, nem alivia as tensões criadas, que galharam um amplitude renovada.

 

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