domingo, junho 28, 2009

Numeri no Top dos Puzzles para iPhone


É com muito orgulho posso anunciar que o nosso Numeri entrou na lista dos puzzles mais vendidos para iPhone aqui em Portugal.

Para comemorar este evento, o site do jogo foi traduzido para Português.

Obrigada a todos,
Marta

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sexta-feira, junho 26, 2009

Triller

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segunda-feira, junho 22, 2009

22 de Junho -2º dia de Verão

Demain,dès l'aube

Demain,dès l'aube,à l'heure où blanchit la campagne,
Je partirai.Vois-tu,je sais que tu m'attends.
J'írai par la forêt,par la montagne.
Je ne puis demeurer loin de toi plus longtemps.

Je marcherai les yeux fixés sur mes pensées,
Sans rien voir au dehors,sans entendre aucun bruit,
Seul,inconnu,le dos courbé,les mains croisées,
Triste et le jour pour moi sera comme la nuit.

Je ne regarderai ni l'or du soir qui tombe,
Ni les voiles au loin descendant vers Honfleur,
Et quand j'arriverai, je mettrai sur ta tombe
Un bouquet de houx vert et de bruyère en fleur.

Victor Hugo

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quarta-feira, junho 17, 2009

Numeri para iPhone

Numeri iPhone


A nossa Marta já tem uma loja. O primeiro jogo chama-se Numeri. O desafio consiste em definir uma linha fechada que não se intersecte a si própria e contendo tantos lados de cada quadrado quanto o número indicado no respectivo centro.
O software para jogo foi totalmente escrito em Portugal.

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terça-feira, junho 16, 2009

Eu quero progredir na carreira, mas não de qualquer maneira

Dizem-me que eu tenho que ser avaliado, porque se não for avaliado também não terei legitimidade para poder avaliar os meus alunos.

Pois bem, aqueles que falam assim são os mesmos que colocaram as licenciaturas de cinco anos a valer a mesma coisa que as modernas licenciaturas de três anos.

São os mesmos que igualaram as carreiras dos educadores de infância, que não tinham qualquer formação superior, às carreiras dos professores que tinham adquirido uma licenciatura seguida de um estágio profissional: enquanto uns andavam a queimar pestanas, os outros andavam a fazer anos de serviço. Chegando ao cúmulo de considerar a carreira de educadores de infância mais desgastante do que a de professor do ensino básico, para efeitos de antecipar a idade da reforma, introduzindo uma diferença de mais dez anos entre os profissionais do ensino.

Sou daqueles que nunca progrediu na carreira por antiguidade: sempre que pretendi progredir na carreira, ou fui à procura de outro patrão, ou de outro país, ou de outro curso, ou simplesmente de outro contrato.

Aquilo que pretendem fazer agora, transcende todos os horrores que já fizeram até hoje, em termos desvalorizar o esforço, o mérito, a iniciativa e o desgaste ao longo da vida laboral.

Se para eu poder avaliar os alunos tive que fazer uma formação profissional específica, o que pretendem fazer agora é colocar docentes que nunca tiveram formação para isso, a avaliar outros colegas que têm as mesmas ou até mais habilitações do que eles.

Querem colocar professores que progrediram na carreira por antiguidade, a avaliar professores que nunca progrediram na carreira por antiguidade.

Querem colocar professores que, a partir dos dez anos de serviço, tiveram reduções na carga horária lectiva, a avaliar colegas a quem esse direito só será atribuído a partir dos quinze anos de serviço.

E pretendem fazer tudo isto em nome do rigor, dos critérios científicos, utilizando uma terminologia que não tem outro objectivo senão desprestigiar a profissão, o ensino, a escola, na mais completa inversão de valores que apenas se tornou possível a coberto do exercício de uma maioria absoluta por quem não possui capacidades nem conhecimentos para tal, com governantes que nunca trabalharam fora da mesma função pública que pretendem apontar como a responsável pela degradação da situação do país.

Por tudo isto venho aqui juntar àquela já tomada por outros, a minha posição pública de recusar o preenchimento da ficha de auto-avaliação do desempenho docente promovida pelo ministério da educação.

ES c/ 3º ciclo D. Dinis, Lisboa

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sábado, junho 13, 2009

Contra a avaliação dos docentes enquanto mistificação

Esta é a declaração de uma intenção tomada em consciência e coerência com as atitudes e posições por nós assumidas num passado recente. Não é um apelo a um qualquer movimento de desobediência civil, nem o seu contrário, assim como também não é uma recusa em nos submetermos à avaliação da qualidade do nosso desempenho enquanto docentes.
É apenas a manifestação pública da impossibilidade, de acordo com princípios de coerência e responsabilidade de que nos orgulhamos, de aceitarmos seguir as directrizes de um modelo de avaliação do nosso desempenho que de forma alguma cumpre os objectivos afirmados pela tutela, em particular no regime simplificado em vigor, de constitucionalidade duvidosa e escassa qualidade técnica.
Em conformidade com posições adoptadas por todos nós em momentos anteriores, os subscritores desta declaração afirmam a sua indisponibilidade para entregar a ficha de auto-avaliação nos moldes predeterminados pelo Ministério da Educação.
Esta posição implica rejeitar a transformação do biénio 2007-09 numa pseudo-avaliação com base em objectivos definidos entre três a cinco meses do final das actividades lectivas deste período. Esta atitude significa a recusa frontal em participar de forma activa numa mistificação pública cujo objectivo é fazer passar por verdadeira uma avaliação falseada do mérito profissional dos docentes, mistificação esta que sabemos ter objectivos meramente eleitoralistas mas que terá consequências profundamente negativas para a qualidade da educação em Portugal.
Estamos conscientes das potenciais consequências da nossa tomada de posição, nomeadamente quanto à ameaça da não progressão na carreira por um período de dois anos lectivos, assim como de um eventual procedimento disciplinar que todos contestaremos em seu devido tempo. Esta é uma atitude cujas implicações apenas recaem sobre nós, estando todos preparados para continuar a lutar pela demonstração da ilegalidade do regime da chamada avaliação simplex.
Estamos ainda conscientes de algumas críticas que nos serão dirigidas de diversos quadrantes. Todas elas serão bem-vindas, venham de onde vierem, desde que se baseiem em argumentos e não em meras qualificações destituídas de conteúdo.
Aos que nos queiram apontar que não compete a cada cidadão definir a forma de cumprimento das leis que se lhe aplicam, poderíamos evocar o artigo 21º da Constituição da República Portuguesa, mas bastará sublinhar o que acima ficou explicitado sobre a forma como encaramos as consequências dos nossos actos. A todos os que considerarem que esta é uma radicalização excessiva do nosso conflito com o Ministério da Educação reafirmamos que o fazemos em consciência e coerência com os nossos princípios éticos, sem calculismos ou outros oportunismos de circunstância.
Por último, salientamos que esta declaração não é um apelo a qualquer tomada de posição semelhante por ninguém, mas tão-só a afirmação da nossa. Não podemos, porém, deixar de constatar que a força de qualquer atitude é tão mais poderosa quanto consciente e esclarecida a convicção de quem a toma.
Ana Mendes da SilvaEsc. Sec. da Amadora
Armanda SousaEsc. Sec./3 de Felgueiras
Fátima FreitasEsc. Sec. António Sérgio, Porto
Helena BastosEB 2/3 Pintor Almada Negreiros, Lisboa
Maria José SimasEsc. Sec. D. João II, Setúbal
Mário MachaqueiroEsc. Secundária de Caneças
Maurício de BritoEsc. Sec. Ponte de Lima
Paulo GuinoteEB 2/3 Mouzinho da Silveira, B. Banheira
Paulo PrudêncioEBI Santo Onofre, Caldas da Rainha
Pedro CastroEsc. Sec. Maia
Ricardo SilvaEB 2/3 D. Carlos I, Sintra
Rosa Medina de SousaEsc. Sec. José Saramago, Mafra
Teodoro ManuelEsc. Sec. Moita


Fonte: A educação do meu umbigo, 13 de Junho de 2009

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terça-feira, junho 09, 2009

Portugal - Professores unidos

150 000: tantos e ainda tão poucos.
Tentaram dividir-nos
E conseguiram em carreira,
Mas não em número.
Lutámos defendendo os nossos princípios
Viemos do Norte, do Sul, do Centro, do Litoral e Interior.
Enchemos cidades, ruas e praças
Unimos gerações
Fizemos história.
Partimos em busca da verdade,
Percorremos km
Estendemos bandeiras
Cantámos até ficar sem voz
Mas nunca nos calámos.
Já fizemos cordões
Entregámos providências
Dormimos na rua.
Chamaram-nos incompetentes e mentirosos
Sem nunca o termos sido.
Fomos julgados injustamente
Desprestigiados
Confrontados
Manipulados
Demos lições
E continuaremos a dar.
Tantos..
Tantos não podem estar errados.


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=yHxvPMxkO08

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As eleições para o Parlamento Europeu

Divagações avulsas:
  1. Há uma abstenção generalizada nas eleições europeias. A grande excepção é a Bélgica, onde o voto é obrigatório. É o tempo ideal para promover todas as conspirações de gabinete. A começar pelo Tratado de Lisboa, a respeito do qual o seu defensor e Primeiro Ministro da Irlanda declarou que "só um doido estaria disposto a estudá-lo e compreendê-lo"; a continuar no processo esquivo de re-nomeação/eleição colegial do Presidente Durão Barroso, que parece não agradar a Sarkozi.
  2. Família política é uma expressão quase tão destituída de sentido como democracia. Que relação esquerda-direita pode ser definida entre a gestão da crise, prudente e alheia aos ditames da Comissão Europeia, feita pelo governo de Ângela Merkel e o seguidismo irracional da cartilha capitalista feita pelo governo de José Sócrates? Ou, simplesmente, entre um verdadeiro governo social-democrata e um fanático pró-capitalista puro e duro como José Sócrates. Deixem-me rir. Comparada a Ângela Merkel, José Sócrates fica mais perto do populismo demagógico de Mussolini que de Guerard Schroeder.
  3. As condições para governar à direita com discursos de esquerda já tiveram melhores dias por esta Europa. A crise força as palavras a ajustarem-se aos actos. Tarefa tão difícil para um troca tintas como José Sócrates, como para os sofisticados socialistas franceses.
  4. Sentindo-se encurralada, a direcção do Partido Socialista em Portugal trata de radicalizar cada vez mais o discurso, abstendo-se de toda a racionalidade e recorrendo cada vez mais ao simples insulto.

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O Processo das Sondagens

Tem sido lugar comum afirmar, ao longo das campanhas eleitorais, que as sondagens “valem o que valem”, e outros mimos que tendem a minimizar o valor das sondagens como condicionante do direito e da liberdade de voto.
Ao mesmo tempo, culpabiliza-se os eleitores pela sua preguiça de exercer o seu direito de voto.
Estabeleceu-se um “statu quo” que consiste em, por um lado, o poder facilitar a abstenção, não exigindo qualquer justificação ao eleitor para se furtar ao dever de votar, e por outro lado o eleitor facilitar ao poder a livre manipulação das sondagens, não exigindo qualquer justificação perante a publicação das sondagens que se vem a verificar ficarem completamente despropositadas perante a realidade observada no voto.
Mas agora, quando o poder completa uma legislatura inteira a intoxicar a opinião pública apresentando as suas políticas que a população não compreende nem aceita, como decorrentes da força do voto maioritário, chegou a hora de exigir contas pela manipulação grosseira do voto pelo poder que se encontra instalado.
Não é aceitável que num acto eleitoral como aquele que agora terminou, aconteça um resultado que não tem nada a ver com qualquer uma das sondagens que intoxicaram a opinião pública durante todo o período eleitoral, e nos meses que antecederam o mesmo.
Não é aceitável que os resultados de três partidos sejam concordantes com todas as sondagens, e as sondagens concordem todas em dar dez por cento a mais ao partido do governo, e cinco por cento a menos ao partido com menos votos.
Não é aceitável que os eleitores venham a ser intoxicados com uma nova sondagem para as Legislativas, enquanto ainda se contam os votos das Europeias.
Não é aceitável que os vícios sistemáticos cometidos pela publicação de sondagens, que são reconhecidos por todos como um exercício de má-fé no interesse de alguns, continuem a passar impunes com um benévolo “valem o que valem”.
Não consigo acreditar que o avô cantigas, enquanto afirmava que não lhe passava pela cabeça outra coisa que não fosse a sua vitória, não tivesse perfeita consciência de que as sondagens que eram publicadas tinham dez por cento a mais do que o peso eleitoral do PS.
Os partidos que se sentem prejudicados, e todos aqueles que prezam a liberdade do direito de voto, devem juntar-se nesta hora, para pedir em Tribunal a impugnação da eleição europeia.
Não será difícil fazer uma análise detalhada, não apenas desta eleição, como das anteriores, e nomeadamente daquela que resultou nesta maioria absoluta, e extrair conclusões científicas acerca dos vícios que foram praticados.
Está na hora daqueles partidos que ficaram sem eleger deputados, fazerem algo mais do que lamentarem-se da opinião pública não ter compreendido ou valorizado a sua mensagem.
Está na hora de chamar as coisas pelos seus nomes.
Se houve vício, que se sente no Tribunal aquele que tirou partido do vício.
Se não houve vício, que se demonstre sem ambiguidades, a isenção das sondagens.

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segunda-feira, junho 08, 2009

Poetria - Pessoa de vão de escada

Recebido por email (AF)


No próximo dia 13, cento e vinte e um anos após a data do seu nascimento, pelas 16,00h, a Poetria apresenta uma sessão dedicada a Fernando Pessoa com o título:

"PESSOA DE VÃO DE ESCADA" - Um retrato solarengo do poeta que dia 13 fará anos.

Nos vãos das lombadas dos livros, nos vãos dos dias, nos vãos das datas - até mesmo das de aniversário -, nos vãos das celebridades dos autores - até mesmo dos mortos -, nos vãos em que se recolhe a poesia como gatos, encontramos, como uma sombra, como um salteador, como uma festa surpresa, Pessoa.

"No dia em que festejavam o dia dos meus anos
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma..."

Crónicas, Notas, Poemas, Leituras: Nuno Meireles

Da sessão constará uma mostra filatélica evocativa deste poeta único, múltiplo e eterno e desta vez decorrerá na vizinhança da Poetria, no Centro Comercial Galerias Lumière (ruas José Falcão e Oliveiras) - Porto

Haverá serviço de café, com oferta de estimulantes biscoitos de gengibre.

Livraria Poetria

+ Livraria Poetria
+ Poetria on Twitter

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quinta-feira, junho 04, 2009

Ana Mendes da Silva - Caciquismo nas escolas de Pinhal de Frades

Recebido por email (AF)




Ex.mos srs/sras. Deputados/Deputadas.

Venho mais uma vez dirigir-me a vós para denunciar uma situação extremamente grave do ponto de vista da legalidade e da democracia, democracia esta em que as nossas escola deveriam funcionar como exemplo e modelo.

Assim, reproduzo uma situação que apareceu denunciada no blog "A educação do meu Umbigo" e que me foi confirmada como absolutamente verídica por um familiar de uma das professoras do agrupamento:

Agrupamento de Pinhal de Frades, Seixal, em estado de choque com decisão da Direcção Regional da Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT).

A novela mexicana deste agrupamento começou com um pedido da presidente do conselho executivo a solicitar ao Conselho Geral transitório (CGT) a rápida eleição do director do agrupamento, também por motivos de gestão e não apenas monetários. Apesar de uma parte do CGT não estar de acordo, porque queria penas centrar-se no Regulamento Interno, a maioria resolveu atender ao pedido da senhora presidente do Conselho Executivo (CE).
A primeira surpresa surgiu aquando da entrega das candidaturas: além da presidente do CE, apareceu uma outra candidata. Tínhamos, então, a experiência versus a sapiência: a candidata com 14 anos de executivo e a candidata com mestrado e em fase de tese de doutoramento.

A segunda surpresa: a sapiência vence 12 a 6, com a abstenção da autarquia, claro. Foi o renascer de um agrupamento: respirava-se novamente.

Mas eis que tudo o que é bom, ou excepcional!, acaba: a candidata vencida interpõe um recurso, alegando falta de habilitações da sua adversária. Apesar do Director Regional já ter homologado esta candidata, vem uma revogação por falta de 1 número de acreditação da parte curricular do doutoramento!

Sai a directora, entra a presidente do CE. Todos os professores e funcionários do CGT são convocados para uma reunião com o Director Regional. Neste encontro o Director refere que homologou a directora porque o documento ficou uma semana preso nos serviços, sendo depois indevidamente enviado para a escola (?!). Assim, dever-se-ia continuar com o mesmo concurso, mas apenas com 1 candidata: a vencida. Interpelado sobre a legalidade do acto, referiu ter “resmas de advogados” e que ele é que iria tomar a decisão final. Apresentou de seguida várias hipóteses para solucionar este caso:
  • a candidata vencida demitia-se;
  • o CGT demitia-se ou faltava às reuniões;
  • elegia-se a candidata vencida, uma vez que uma CAP poderia ser terrível;
  • o CGT aprovar 1 documento expressando que não estavam reunidas as condições para a eleição do director, documento este que teria que ser aprovado por uma maioria de dois terços dos votos.


No entanto, ter-se-ia que garantir a calma do agrupamento e a tranquilidade de toda a comunidade. A presidente do CGT apresentou 1 abaixo-assinado que lhe fora dirigido pela comunidade (o qual já era do conhecimento do sr. Director – “por via oficial e outras” sic) a solicitar a reposição da democraticidade na eleição do director do agrupamento. Este documento que revelava a instabilidade vivida nas escolas do agrupamento, não teve efeitos porque, segundo o senhor director, “muitos gostam de se manter longe destas situações” (porque será?!).

Indignados com tais propostas, e com a atitude de quem quer governar a todo o custo, todos os professores, efectivos e suplentes, demitiram-se, juntamente com 1 elemento cooptado e 2 representantes dos encarregados de Educação (EE). Esta difícil decisão foi tomada com o intuito de “matar” 1 eleição viciada e repor a democraticidade no agrupamento.

Resultado: o sr. Daniel Rodrigues telefona ao elemento mais velho do CGT remanescente, a chefe dos serviços administrativos, dizendo-lhe que deve assumir a presidência (uma vez que a presidente era professora) e prosseguir com a eleição.

Mal vimos a convocatória, ligámos a este senhor que, também oralmente, nos disse ser legal existir 1 CGT sem a representação de professores e com outros elementos demitidos. E era assim, porque ele dizia, sem apresentar uma justificação legal. Enviámos-lhe um e-mail a solicitar 1 esclarecimento por escrito… até agora nada. E a reunião está marcada para sexta-feira, às 18:30 para, numa eleição viciada, se eleger uma candidata vencida.

Como é óbvio, não existe nem calma, nem tranquilidade neste agrupamento. Mas parece que, afinal, isso não era importante!

Pinhal De Frades: Uma Outra Forma De Assalto Pela DRELVT

Como podem constatar, a situação é tão grave que não carece de comentários adicionais. Como muito bem saberão, este verdadeiro atropelo às leis não é novo (relembro o Agrupamento de Santo Onofre e o Agrupamento de Escolas da Freixianda, em que os Conselhos Executivos, democraticamente eleitos e ainda em pleno exercício das suas funções, foram compulsivamente demitidos e substituídos por comissões administrativas provisórias (CAP's) e temo que tenda a disseminar-se neste verdadeiro jogo político pelo poder dentro das escolas.

Como professora e como mãe, peço que intervenham dentro das vossas competências e que façam um esforço adicional para devolver a paz e a tranquilidade às escolas públicas, reconhecendo todos os esforços que envidaram até ao presente nesse sentido. Uma escola deverá ser um local de trabalho, de saber e de promoção da cidadania e não pasto de quezílias e arremessos nada democráticos.

Os nosso alunos, os que dependem DESTA escola pública para poderem crescer livres e terem sucesso como cidadãos e como indivíduos, dependem do que conseguirmos, todos nós, fazer AGORA!

Grata pela atenção dispensada e pedindo a urgência possível na análise e denúncia desta situação:

Ana Mendes da Silva,
cidadã, encarregada de educação
e professora do Grupo de Recrutamento 300 na
Escola Secundária da Amadora

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A Escola contra o Ambiente

O Governo de José Sócrates prepara-se para perpetrar mais uma agressão ambiental absolutamente gratuita, por ocasião da realização dos exames escolares obrigatórios que se aproximam.
Até aqui, os exames que eram realizados nas áreas de informática e multimédia, eram apresentados em suporte reutilizável como as disquetes primeiro, e mais recentemente as chamadas pen-drives.
Estes suportes, por serem reutilizáveis não representam qualquer agressão ao ambiente, e não consta que tivessem ocorrido quaisquer problemas relacionados com este procedimento, pelo menos que não pudessem ser resolvidos caso a caso.

Neste ano, as escolas serão obrigadas a recolher as provas de exame em suporte CD-R, e com o requinte de consumirem dois CD por cada prova de cada aluno, para a recolha ser individualizada e em duplicado.

Isto, quando se sabe que em geral, um único CD tem capacidade suficiente para recolher a totalidade das provas de uma escola inteira, pelo menos.
O CD é um suporte que não é reutilizável, e nem sequer é reciclável, porque não existe qualquer sistema de recolha de CD. Não será difícil imaginar a degradação ambiental resultante deste procedimento, em termos de volume do depósito ambiental para uma única época de exames.
Por outro lado, devido a este tipo de agressão, a gravação em CD não é prática corrente na actividade escolar, nem faz parte das competências que são consideradas na generalidade dos currículos escolares, salvo evidentemente alguma aplicação específica, na área do multimédia.
Trata-se pois de uma agressão absolutamente gratuita, que não deverá ter continuidade nos anos lectivos que hão-de vir.
E para isso, há que penalizar desde já nas urnas, este atrevimento.

NÃO VOTES P$!

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quarta-feira, junho 03, 2009

Vital Moreira, absentista

Via email de Manuel Sanches.


Vital Moreira
(clique na imagem para ampliar)


O Diabo, 19 de Maio de 2009

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segunda-feira, junho 01, 2009

Marisa - O mundo cruel faz de ti o que não és!

Porque hoje é o Dia Mundial da Criança (AF)


Imagem criança

O mundo cruel faz de ti o que não és!
A tão jovem idade que se escapa,
Que se esconde por debaixo da capa
Não do como és, mas sim daquilo que és.

E tornas-te adulto mas não maturo
E é difícil ouvir tuas preces!
Tens o que te dão, não o que tu mereces!
Sorriso tão inocente, olhar tão puro!

Teu sorriso de mentiras repleto,
De contentos tua vida é movida,
Alegrias escuras são mentira

Um sorriso estanque de tão incompleto
Pôs-te alguém nos subúrbios da Vida?
Não! Mas também ninguém daí te tira!



Marisa, No limiar das palavras, 14 de Maio de 2009

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